Com a aproximação dos pleitos partidários, começa a configuração das posições diretivas nos partidos políticos. Agora, cada um começa a procurar o seu “lado do muro” para garantir um espaço para candidatar-se na eleição que se aproxima.
O que se observa em Escada é uma formação eletiva de pessoas envolvidas nas igrejas cada vez mais dentro da política. Dependendo da “visão angular” isso pode ser uma boa noticia ou um sinal de que se está por vir uma revolução ética para melhorar ou piorar, só o tempo poderá nos mostrar.
Não se costuma acreditar em um camponês que não usa suas ferramentas para arar a terra; ou em um pára-quedista que insiste em saltar sem seu equipamento, a experiência funcional não dá mérito ao alcance do poder.
Nisto eu até venho concordando com John Locke, onde se critica a teoria do direito divino dos “reis” (neste caso: pleiteadores; desejosos; faminto pela –mandrágora- de Maquiavel) – teoria essa que também foi formulada pelo filósofo Thomas Hobbes – vamos todos concordar: “a soberania não reside no Estado, mas sim na população”. Seguindo algumas dicas para poder escolher bons vereadores:
1-Particularmente nas cidades pequenas gosto de comparar o poder aquisitivo dos candidatos com a “supremacia do Estado”, assim podemos pedir que com essa ferramenta, não tentem comprar votos e no mínimo respeitem as Leis: natural e civil.
2-Quanto à separação da Igreja e da política, deve-se ocorrer o mais depressa possível, assim a liberdade política dentro dela será mais democrática.
3-Não devemos nos esquecer de uma coisa nós temos na cidade os poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário. (novamente concordando com Loke) “o Poder Legislativo, por representar o povo, é o mais importante”.
Então escolham não apenas o melhor, mas... os mais preparados.
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